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OMAR KHAYYAM

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Poeta persa
omar.jpg
(século XI)

Khayyam na WIKIPÉDIA

 
 
"Busca a felicidade agora / não sabes do amanhã / Apanha um grande copo cheio de vinho / senta-te ao luar e pensa: / talvez amanhã a lua me procure em vão"
("Rubaiyat", 5)
 
 
 
"Além da Terra, pelo Infinito / procurei, em vão, o Céu e o Inferno. / Depois uma voz disse-me: / Céu e Inferno estão em ti"
("Rubaiyat", 12)
 
 
 
"Tenho igual desprezo por libertinos e devotos. / Quem irá dizer se terão o Céu ou o Inferno? / Conheces alguém que visitou esses lugares? / E ainda queres encher o mar com pedras?"
("Rubaiyat", 14)
 
 
 
"Cristãos, judeus, muçulmanos, rezam / com medo do inferno; mas se realmente soubessem / dos segredos de Deus, não iam plantar / as mesquinhas sementes do medo e da súplica"
("Rubaiyat", 21)
 
 
 
"Bebe vinho, ele te devolverá a mocidade, / a divina estação das rosas, da vida eterna, / dos amigos sinceros. Bebe, e desfruta / o instante fugidio que é a vida"
("Rubaiyat", 38)
 
 
 
"Se em teu coração cultivaste a rosa do amor, / quer tenhas procurado ouvir a voz de Deus, / ou esgotado a taça do prazer / a tua vida não foi em vão. "
("Rubaiyat", 47)
 
 
 
"Não terás paz na terra, e é tolice acreditar / no repouso eterno. Depois da morte / teu sono será breve: renascerás na erva, / que será pisada, ou na flor que murchará."
("Rubaiyat", 79)
 
 
 
"Colhe os frutos que a vida te oferece / e escolhe as taças maiores; / não creias que Deus vá fazer contas / dos teus vícios e das tuas virtudes"
("Rubaiyat", 84)
 
 
 
"Rosas, taças, lábios vermelhos: / brinquedos que o Tempo estraga; / estudo, meditação, renúncia: / cinzas que o Tempo espalha"
("Rubaiyat", 120)
 
 
 
 
 
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A versão portuguesa do "Rubaiyat", por Alfredo Braga:
 
 
 
O "Rubaiyat" em inglês e, a quem interessar, persa; com outros dados sobre Omar Khayyam:
 
 
 
Um interessante ensaio de Márcia Manir Miguel Feitosa, sobre a influência do "Rubaiyat" na elaboração de um dos heterónimos de Fernando Pessoa, Ricardo Reis:
 
 
Nota: As citações desta página baseiam-se na mencionada tradução de Alfredo Braga, ainda que o "Rubaiyat" tenha edição portuguesa, nomeadamente a da editorial Estampa , com o título "Rubaiyat - Odes ao Vinho"